No último segundo da minha vida
Senti o gosto doce do sangue quente
Atravessando minha garganta, minha boca
Escorrendo por meu rosto
No último segundo da minha vida
Vi o olhar impiedoso da criança
Que eu fui, e serei novamente
Empunhando a espada contra meu peito
No último segundo da minha vida
Ouvi meu próprio grito
Saindo vermelho de minhas entranhas
E nada mais, além do som do vento
No último segundo da minha vida
Eu chorei minha última lágrima
Guardada por anos, p/ essa ocasião
Escorrendo, e tornando-se vermelha no meu sangue
No último segundo da minha vida
Eu lembrei de bons momentos do meu passado
O passado que estava morrendo
P/ dar vida àquela criança
No último segundo da minha vida
Eu sorri, pois entendi que minha vida não acabou
Olhei a criança, meu futuro, matando seu passado
E vi que o último segundo da minha vida
Era o primeiro de minha nova vida
Mostrando postagens com marcador Eu lírico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eu lírico. Mostrar todas as postagens
25 agosto 2007
03 julho 2007
Eu lírico
Eles te acham
Eles me acham
E os hinos da liberdade nunca se encaixam
E sempre, ao cair da tarde, eles te acham
E eles me acham
____
-Não te vás
Ó belo anjo da manhã
Que me encanta com tua luz
Que à alegria me conduz
Teu sabor é de maçã
Tu és macia como lã
Teu aroma é hortelã
Não me deixes para trás
-Quem me pede?
-Sou apenas mais um louco
Que te pede mais um pouco
Do amor, que em ti é vasto
Como o verde, em grande pasto
E às alturas tu me lanças
Quando cheio de esperanças
Vejo ao longe teu olhar
Inquieta a procurar
O carinho que um dia
Liberdade a ti traria
Indo embora a agonia
De esperar por teu rapaz.
Eles me acham
E os hinos da liberdade nunca se encaixam
E sempre, ao cair da tarde, eles te acham
E eles me acham
____
-Não te vás
Ó belo anjo da manhã
Que me encanta com tua luz
Que à alegria me conduz
Teu sabor é de maçã
Tu és macia como lã
Teu aroma é hortelã
Não me deixes para trás
-Quem me pede?
-Sou apenas mais um louco
Que te pede mais um pouco
Do amor, que em ti é vasto
Como o verde, em grande pasto
E às alturas tu me lanças
Quando cheio de esperanças
Vejo ao longe teu olhar
Inquieta a procurar
O carinho que um dia
Liberdade a ti traria
Indo embora a agonia
De esperar por teu rapaz.
Assinar:
Postagens (Atom)